Nayara Beia

Teacher, ariana, apaixonada por geografia, por do sol, viagens, livros, boa música, musculação e cheia de vontade de viver!!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Há momentos que temos de procurar o tipo de cura e paz que só podem vir da solidão.

     Acordar todo dia com uma sensação estranha, e não saber o que isso significa. Mas ter a certeza de que não goto de me sentir assim. Colocar o despertador pra daqui dez minutos, só pra fazer a sonolência me embriagar e mesmo que por pouco tempo, esquecer essa sensação que parece me afligir.
Levantar já meio atrasada de cara amassada e perceber que não da pra fugir, é preciso viver. E na rotina do trabalho é que acabo encontrando meu afago e a distração me faz esquecer o que insisto em lembrar.
 Engraçado o dom que tenho de me colocar em situações e não saber como fugir. Ou melhor, fugir é a única coisa que sei, parece mais fácil do que resolver.
A hora passa, e agora já não tenho mais o trabalho para me ocupar, de volta pra casa, trancada no quarto é que anda sendo meu lugar. Meus amigos dizem que ando mais calma, mais serena, mais menina. Essa não sou eu, estou com medo de me perder.
Há momentos que temos de procurar o tipo de cura e paz que só podem vir da solidão. É isso que estou tentando mais que tudo, me descobrir e encontrar o que realmente tenho medo e assim me curar. Nem toda doença precisa de diagnóstico, há quem viva décadas com alguma enfermidade de maneira normal. Há quem procura doença onde não tem, e vive ‘’enferma’’ o resto da vida.
Mas estou apostando todas as fichas do tempo, ele vai me mostrar o rumo certo, e se no final dessa minha faze não tiver nada me esperando além da escuridão, quem sabe é porque acabei errando o caminho. E não vou me culpar e nem chorar, porque afinal, quem disse que errar não faz parte do caminho?
Não podemos aguardar que os tempos se modifiquem se não nos movermos junto, to dando o melhor de mim, e quem sabe assim conseguirei o que hoje não esta a meu alcance.
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

 
                                           As vezes é preciso se perder para se encontrar..

Até na tristeza conseguimos encontrar um pouquinho de felicidade.#

                     Sou da seguinte opinião, temos que viver intensamente cada momento.
 
   Passou na faculdade, não pegou D.P, conseguiu um aumento? Saia, comemore, grite, afinal, a conquista merece ser demoradamente degustada.
Perdeu alguém, se decepcionou, seu cachorro morreu? Chore, descarregue-se, aproveite esse momento ruim para repensar na vida, ouça uma música lenta e aprecie com a alma cada por do sol.

   Afinal, é nos momentos de tristeza que estamos mais abertos, e com a sensibilidade aguçada. Um filme faz chorar, uma foto faz lembrar e parece que tudo gira em função do seu ‘’dilema’’. Mas não pense negativamente, use esse momento pra criar, escreva, desenhe, busque em seu universo coisas que lhe traga magia e alegria para viver. Pois até na tristeza conseguimos encontrar um pouquinho de felicidade.


 
 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Como a alma entra nessa história se afinal o amor é tao carnal ?

    
Não sei o que dizer. Existe muita coisa mexendo comigo ultimamente. É muita pressão de todos os lados. É difícil aceitar que pessoas vão e vem. É difícil de pensar em quantas mentiras  já acreditei. É difícil confiar depois de tudo que já passei. Inúmeras coisas que foram em vão, atitudes, palavras, desafios. Talvez esse seja o medo de viver, talvez eu seja fraca para esse mundo, ou talvez eu simplesmente não esteja preparada pra levantar a cabeça e enfrentar tudo o que é preciso.


''Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar.''


— Clarissa Corrêa
 
 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013


Turbilhão de sentimentos não demostrados

''Sou uma incógnita. Difícil de se resolver, difícil de entender. Tenho meus momentos de alegria, de crises existenciais, crises de choro, crises de risos também. Dramática e exagerada me definiriam bem, mas eu também sou forte, quando quero, e quando não quero também. Aparento ser doce, meiga, mas ah… Mas você não me conhece, nenhum pouco, não sabe de nada. E se soubesse, não saberia de tudo. Porque eu mudo constantemente, toda hora, todo momento. Eu sou todo esse turbilhão de sentimentos não demostrados. Eu sou doçura e acidez, ao mesmo tempo. Ingênua e esperta, ao mesmo tempo. Eu sou orgulhosa ao extremo, não vou falar com você, se não vier falar comigo, não vou mesmo, eu não mato meu orgulho não, sou assim e não mudo. Sempre acho que tô certa, porque, eu tô certa, não tô? Não gosto dessa sensação azeda de coisa mal resolvida. Comigo é tudo ou nada. Poucas vezes vai me ver chorar, mas quando me ver […] Eu sou assim, com toda estranhice, estranheza, estranhagem, estranhamento, estranhação. Estranha ação. É, sou cheia de estranhas ações.''

Nem tudo é tao simples e puro como o amor.

Com meu pior pijama, diz que sou a mais bela de todas.
A resposta sempre é que não importa onde vamos, o que importa mesmo é estar comigo.
Uma mensagem de bom dia, um elogio no final do dia, um telefonema de boa noite.
Sabe meu chocolate preferido, como se fosse meu melhor amigo, me conhece como sempre estivesse comigo.
Elogia diariamente meu sorriso, e nota cada detalhe que acontece comigo.
Mesmo não amando Rock, enfrenta horas de fila com um sorriso no rosto. Satisfeito por estar onde eu mais queria estar.
Na discussão, prefere assumir um erro que não é seu para que tudo acabe bem. Me defende, me compreende, escuta as minhas reclamações mais chatas. Na hora da minha insônia, me liga até eu dormir, mesmo tendo que madrugar para trabalhar. Faz tudo pra não me magoar.
Na hora da doença, esta ali do lado, com os olhos bem abertos, todo preocupado e dizendo que logo tudo estará bem.
Não gosta de bebidas, mas cuida quando exagero na birita.
Cobre quando é frio, acalma quando a alma não está em paz, tudo é capaz, tudo faz.
Cuida, escuta, acolhe, engole pra não magoar.   Acho que isso sim é amar.